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O mistério silencioso de Tutmés II que pode mudar tudo
Há descobertas arqueológicas que mexem connosco como se alguém nos abrisse uma porta enterrada no tempo. O recém-identificado túmulo de Tutmés II é exatamente isso. Um convite à curiosidade, uma promessa de que o passado ainda tem segredos suficientes para nos surpreender no presente. Os egiptólogos acreditam que esta câmara pode guardar objetos rituais intactos, fragmentos de textos esquecidos e indícios sobre a breve e enigmática vida deste faraó que reinou pouco mais de tr
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há 12 horas1 min de leitura


Um silêncio da monarquia no coração do Alentejo
Há lugares que não precisam de ser proclamados para afirmarem a sua importância. O Palácio do Vidigal, escondido entre as extensões douradas perto de Vendas Novas, é um desses lugares. Mantém-se imóvel, sereno e quase esquecido, como um eco distante de uma monarquia que procurava ainda algum repouso no interior profundo de Portugal, numa época em que o país já caminhava para a modernidade. A Herdade do Vidigal entrou na órbita da Casa de Bragança na segunda metade do século X
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há 4 dias3 min de leitura


Espiritualidade franciscana, uma espiritualidade para hoje
ESPIRITUALIDADE FRANCISCANA UMA ESPIRITUALIDADE PARA HOJE INTRODUÇÃO Depois de termos olhado um pouco para a pessoa de Francisco de Assis, vamos agora tentar acolher algo da sua fascinante experiência de vida que muito tem a ensinar-nos. Esse muito, podemos, à boa maneira franciscana da simplicidade, reduzi-lo a uma só palavra: Evangelho. Viver o Evangelho foi, efetivamente, o segredo da vida de Francisco e é o convite que ele continua a fazer a quantos, como ele, desejam g
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23 de nov.28 min de leitura


S. Vicente ou Santo António? Afinal, quem é o verdadeiro padroeiro de Lisboa?
Sto. António Sto. Vicente Por vezes, a memória das cidades é tão curiosa quanto teimosa. Lisboa, tão antiga quanto as suas colinas, traz no coração dois santos que disputam, há séculos, o afeto dos lisboetas: S. Vicente, o padroeiro oficial, e Santo António, o padroeiro do povo. A pergunta surge com frequência — quem é, afinal, o padroeiro de Lisboa? E por que razão, se a resposta oficial aponta para S. Vicente, é Santo António quem enche ruas, altares e tradições? A história
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21 de nov.2 min de leitura


A Vaidade de Spínola na Guiné
Na fotografia, António de Spínola surge a inaugurar uma escola na Guiné com a teatralidade calculada que sempre o acompanhou. O uniforme polido, o monóculo perfeitamente ajustado e a postura estudada serviam menos para assinalar uma obra e mais para transmitir à metrópole a imagem de um governador esclarecido, disciplinado e modernizador. Na prática, a escola era um cenário útil para reforçar a narrativa oficial, não um símbolo de mudança estrutural no território. A distância
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20 de nov.2 min de leitura


A noite de Ópera no S. Carlos em que Natália Correia fez tremer o Estado Novo
Em fevereiro de 1959, o Teatro Nacional de São Carlos viveu um episódio que revelou a tensão entre criação artística e controlo político durante o Estado Novo. A récita da ópera Wozzeck , de Alban Berg, estava preparada para receber as mais altas figuras do regime, como tantas vezes acontecia. Contudo, a morte de Gago Coutinho, figura maior da aviação portuguesa, alterou o protocolo previsto e levou a que o Presidente da República faltasse à representação nessa noite. O que p
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19 de nov.3 min de leitura


O vinho português que foi enterrado devido às invasões e que ganhou um gosto único
Era o início do século XIX, Portugal atravessava a sombra das invasões napoleónicas e as aldeias alentejanas tremiam com a passagem dos soldados franceses. Nessa noite fria de outono, homens e mulheres corriam para esconder o que mais prezavam: talhas de barro cheias de vinho, o sustento das famílias e o símbolo da sua identidade. Enterravam-nas na terra, discretamente, sabendo que aquele gesto simples podia salvar não só o vinho, mas parte da memória da sua gente. O que ning
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18 de nov.1 min de leitura


Será que Afonso Costa conhecia os assassinos de D. Carlos?
A história portuguesa tem episódios que parecem pedir mais perguntas do que respostas. O regicídio de 1 de fevereiro de 1908 é um deles. Aquela tarde de tiros no Terreiro do Paço, que pôs fim à vida de D. Carlos e do príncipe Luís Filipe, abriu a ferida que quase dois anos depois acabaria por derrubar a monarquia. Durante décadas, houve quem garantisse que, por trás de Manuel Buíça e Alfredo Costa, se escondia uma teia de vontades mais altas, talvez uma mão invisível. E no ce
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16 de nov.2 min de leitura


A minha asma e Carlos Paião
A infância tem destas coisas, mistura fragilidade com encantamento e deixa-nos memórias que não se apagam. Eu cresci entre crises de asma quase diárias, daquelas que nos tiram o ar e nos devolvem um mundo feito de ansiedade. O ritual dos aerossóis era constante. Havia sempre um frasco a chiar, uma máscara que eu ajustava ao rosto e aquele vapor frio que parecia afastar a falta de ar apenas o suficiente para atravessar mais um dia. Os anos 80 não ajudavam. Era a década das car
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15 de nov.2 min de leitura
RDP Internacional - dois dedos de conversa - Paulo Freitas do Amaral
TV Correio da História
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